Um alcoice.
Temos aqui expressado a optimidade da falência humana. Aonde vão todos? Vão ao vão. Ao nada. Porque nada supre, nada os faz completos, tudo é vagamente infindável. Permanecerá somente o corpo. Alma não os interessa, o poder que a carne traz é inconcebível, perpétuo. Risadas e gestos buscam personas melancólicas solitárias. Olhares nos desatinam e enfraquecem o espírito. Geram-se homens calados, com calos. Mas por quê? Eis o modo da (con)vivência. Imita-te a ti mesmo. Fere teu próximo para ser inocentado do humano. É o jeito. É o jeito que restou para agraciar os mal-amados. Rezem! Rezem por eles, por nós.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
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