O problema é que se nada, nada, nada e... nada.
A amada, com uma espada, entrava gargalhada
Não confesso versos mentais, pois já implodi-os da cabeça
Não me peça coisas banais, elas me faltam a graça
Não se meça para trás, é pra frente que se encanta
Pois se impera o agora
O vindouro futuro vem, e vai passar do
Limite
Não há
Momentos?
Sedentos
Tormentos
Julgamento de mentes
Transeuntes
Contentes
Dementes
O problema é que se nada, nada, nada e... nada.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Vícios, tentados e ambições (in)truncadas
Começa-se rememorando aquela crônica de Veríssimo, que, ao que parece, tudo que exprime alguma 'pegajosice diabolical' teria efeito de iniciar com a letra c. Ó coitada e corajosa letra c. Bom, não fugi de lembrar-me de uma: cirurgia. Procedimento de retirada. De extração, de repressão. Extorsão. Aniquilar? Soa-me muito bom. Sua sonoridade e complexidade em proparoxítona. Gosto do gosto que sai de minha boca, suavemente e rasgando, Mas porque a veria como vício?
Tento até agora entender, de novo? Sim, de novo é você, cirurgia.
E pronto, é isso. Nada mais. Será?
Seria o empesar de algo? Profundo, Sinto não processar por hora alguma dedução, tanta coisa ocorreu que sei lá. Só sei que estou aqui, pronta!
Venha, pois, cirurgia, Estou aguardando.
Tento até agora entender, de novo? Sim, de novo é você, cirurgia.
E pronto, é isso. Nada mais. Será?
Seria o empesar de algo? Profundo, Sinto não processar por hora alguma dedução, tanta coisa ocorreu que sei lá. Só sei que estou aqui, pronta!
Venha, pois, cirurgia, Estou aguardando.
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