Certo, vamos lá. Vai começar.
Não tento fazer uma grave, breve ou leve transmissão cá. Ela já prejulgou muitas cabeças, eram achismos prévios que depreciavam o alheio e denunciavam horrores sociais. Mas ela já se arrependeu por muitas delas, apesar de certas condizerem com a realidade mental do certo alguéns. Foi então que resolveu finjir. Duma mentira insana e tão pura, provou do mel da falsidade com seus sorrisos inóspitos e balancear de cabeça vilmente cunhado acima e abaixo. Ó, tão claro aos olhos de quem não via maldade nela. Ha, mal sabia. Pobres almas não sabiam que por debaixo daquelas caras e bocas residia a face do desespero. O rosto do medo e insegurança. A falta de confiança do medo de cair na rede da própria amargura. O medo de ser julgada, assim como fazia. Medo dela mesma, no fim.
E agora tudo gira. Insconstantemente. Pára, gira, torna.
Tá por aí, numa empresa qualquer (julgando, denunciando introspectivamente).
Porque, afinal de contas
a insegurança é o meu forte.
três de janeiro de dois mil e nove.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
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